O Estado-providência e a sociedade civil na prática da assistência pública, assistindo os carenciados e retificando privações nas instituições tradicionais, não são suficientes. Numa lógica institucional, o Estado-providência aponta para o equilíbrio da sociedade em termos sociais; contudo, os equipamentos sociais de hoje visam maioritariamente os idosos mais carenciados, física ou economicamente. Na desordem entre assistencial e social, procura-se a resposta às questões da maioria dos idosos. As iniciativas empreendidas pela sociedade civil, continuam contudo a não ser apreciadas como ação social; universidades de terceira idade, grupos corais, ranchos folclóricos e encontros intergeracionais. (Rocha, 2012)
Por outro lado, “Pessoas mais velhas devem ficar o máximo de tempo possível na sua residência habitual”, recomenda o Conselho de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), em Portugal, destacando-se a “especial vulnerabilidade” dos mais velhos que pode ser acentuada em função do afastamento dos familiares e do abandono dos seus objetos pessoais e rotinas. In: Portal do Envelhecimento

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